16 novembro 2014

VICIO CACHEADO: ESTÉTICAS AFRODIASPÓRICAS


Artigo Publicado Originalmente na Associação Brasileira de Pesquisadores Negros.
http://abpn.org.br/Revista/index.php/edicoes/issue/view/17/showToc 
Artigo em PDF: http://abpn.org.br/Revista/index.php/edicoes/article/view/478/343

Resumo: Este artigo pretende refletir o contexto em que um movimento estético se apresenta como um fenômeno da diáspora africana. Trata-se do resgate, reconhecimento e pertencimento dos cabelos crespos e cacheados como identidade política e racial. Partimos do pressuposto que há por parte de uma grande parcela de mulheres o declínio aos cabelos lisos e pranchados, considerando que o índice de mulheres negras em busca de estratégias para o retorno aos cabelos naturais e sem química tem se apresentado nos grupos das redes sociais em maior número. Identifico o crescente mercado de produtos para cachear cabelos e uma demanda significativa pelo uso e consumo destes. Tomando o conceito de estética híbrida (Mattos,2009) para definir usos e comportamentos estéticos para afirmar que há uma transição no modelo esteticamente tido como positivo. Para desenvolver essa problemática vamos nos amparar nos Estudos Pós-Coloniais para analisar as variáveis: resgate, reconhecimento, pertencimento, identidade política e racial. E o lócus para intermediação entre a teoria e as práticas sociais empreendidas por essas mulheres será o grupo Vicio Cacheado criado no Facebook.

Palavras-Chave: Cabelos crespos e cacheados; Resgate; Pertencimento; Estética e identidade política e racial.













AfroBeijos e até o próximo post!